Arquivo mensal: janeiro 2013

Os paradoxos do horror

Horror

Mamãe, estou com medo!
(Mas quero ver o fim!)

O menino assustado não desgruda os olhos da TV. A mãe sabe que ele terá pesadelos e o chama para ir deitar, mas ele se recusa. Quer ver até o final.
Esta cena parece comum. Lembramos que nós mesmos poderíamos ser aquele menino e mesmo hoje ainda nos assustamos com um ataque do Alien, ou sentimos calafrios a ver A Hora do Pesadelo ou sentimos a sensação de suspense ao ver um episódio de Além da Imaginação, ainda que tenha efeitos especiais extremamente toscos.
Diante desta constatação, surgem duas perguntas básicas:

Por que sentimos medo, suspense ou angustia diante de uma história que sabemos ser falsa?

Por que procuramos este tipo de literatura ou cinema, se sabemos que ela nos causará algum tipo de desprazer?

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