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Dia do Fã reúne fãs de séries, filmes e livros

Dia do fã

Há dez anos reunindo fãs de todos os tipos, o dia do fã é um evento absolutamente democrático onde Klingons convivem bem com tanto com Darth Vader quanto Mulder e Scully, trombando de vez em quando com Dr. Who.

Dia 29 de Março, à partir das 9:00, na Faculdade Sumaré, em Pinheiros

O quê: 10ª Edição do Dia do Fã
Quando: Dia 29 de Março, à partir das 9:00
Onde: Unidade Sumaré Oficial 
Rua Capote Valente , 1121
Pinheiros  São Paulo 
Próxima à Estação Sumaré do Metrô.
 
Mais informações na página do envento facebook
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Mercado editorial brasileiro: crescimento e cultura digital

livros

Segundo dados da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, lançada em 2012, há 88,2 milhões de leitores no país, de um total de 178 milhões de brasileiros com mais de cinco anos de idade. São considerados leitores, segundo um critério internacional, pessoas que leram pelo menos um livro nos últimos três meses. E apesar de o número de leitores ter diminuído em relação à última pesquisa realizada em 2007, os resultados registram que 49% dos atuais leitores afirmam estar lendo mais do que leram no passado. Esse aumento do volume de leitura pode explicar o crescimento das vendas de livros nos últimos anos. Segundo a última edição da pesquisa “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”, divulgada em julho de 2012, as editoras brasileiras tiveram um aumento de 7% nas vendas com relação a 2010. No período, também houve um aumento do número de publicações em torno de 6%.

E a diversidade marca esse panorama: com quase 500 editoras atuantes no mercado, sejam nacionais, internacionais ou de capital misto, e também com muitos autores nacionais conceituados, o mercado no Brasil tende a crescer. “O mercado editorial brasileiro vem crescendo e se profissionalizando, acompanhando o desenvolvimento econômico do país sobretudo nos últimos 20 anos. Isto se revela no aumento do número de editoras e livros publicados, assim como do padrão de qualidade dos serviços e produtos; no interesse crescente dos grandes grupos internacionais pelo mercado interno; na maior visibilidade que os autores brasileiros vem conquistando no exterior; e no oferecimento de cursos específicos voltados para trabalho editorial”, analisa o editor Cide Piquet, da Editora 34.

Projetos editoriais para públicos diferentes

Ao lado das grandes editoras, como a Companhia das Letras, Objetiva e Martins Fontes, por exemplo – com catálogos grandes e heterogêneos – destacam-se no também aquelas de perfil mais específico, como é o caso da Cosac Naify. “Ocupamos um nicho de mercado de livros de alta qualidade editorial, respondendo por um catálogo de valor literário e de referência para as distintas áreas em que atuamos. Nosso público vem do meio cultural e universitário, leitores exigentes em geral”, explica Florencia Ferraria, diretora editorial da Cosac Naify.

O público acadêmico é também um dos principais leitores da Editora 34, que tem um catálogo focado nas áreas de filosofia contemporânea, sociologia, estudos literários, música e literatura, tanto nacional como estrangeira. Outro exemplo de editora com perfil específico é a Zarabatana Books, voltada para a publicação de quadrinhos autorais, cujo público vai além dos leitores habituais de HQs. “Do ponto de vista de nossa linha editorial, vejo o mercado brasileiro em grande expansão, com o surgimento de novos talentos nacionais assim como a publicação de HQs de diversas partes do mundo, tanto de clássicos como de novos autores. Atualmente existe também o reconhecimento e a valorização dos quadrinhos por entidades públicas brasileiras, através de programas de apoio à edição e compra de obras para bibliotecas escolares”, diz Cláudio Martini, editor da Zarabatana Books.

Nesse mercado de nichos, não se pode esquecer das pequenas editoras, que publicam jovens escritores, como é o caso da Não Editora, da Patuá, da Demônio Negro e d’A Bolha, entre outras. Essas editoras têm um papel bastante importante não só em lançar nomes, que mais tarde irão se fixar no mercado em editoras de maior porte, mas também em criar um público para as novas gerações de escritores.

Formato digital

Não há como falar hoje em mercado editorial sem pensar nos livros digitais. Ainda recentes no Brasil, os e-books já começam a trazer resultados para as editoras. A primeira empresa de tecnologia para leitura digital a entrar no mercado brasileiro foi a Kobo, em parceria com a Livraria Cultura. Hoje, porém, livros digitais em português podem ser adquiridos na Amazon, Apple e Google. E as principais editoras do país já colocaram o pé no digital: a Companhia das Letras, por exemplo, tem um catálogo de mais de 600 e-books, incluindo literatura brasileira e estrangeira. Rocco, Objetiva, Record e Zahar também oferecem um catálogo grande e variado de publicações digitais.

Para entrar nesse mercado, em 2011, a Editora 34 fez uma experiência: lançou a Nova antologia do conto russo, na íntegra e em e-book, mas também em partes, ou seja, cada conto poderia ser comprado separadamente. “A recepção foi muito boa. O conto Depois do baile, de Tolstói, chegou a ficar na lista dos mais vendidos da Livraria Cultura”, conta Piquet. Entre os critérios da editora para a escolha dos títulos para publicação digital estão a relevância do título, a viabilidade do contrato e a adequação ao formato. Fazem parte das próximas ações digitais da 34 o lançamento de títulos de não-ficção e também de títulos esgotados no catálogo convencional.

Mais recentemente, em abril deste ano, a Cosac Naify lançou seus primeiros e-books. “Nossas edições procuram trabalhar com os melhores tradutores e oferecer aparatos de especialistas do tema, além de material extra para que o leitor possa ampliar seu conhecimento em relação ao texto principal. Parte desse material editorial se mantém nos e-books”, esclarece Florencia Ferraria.

O papel das feiras

Se por um lado o mercado está aquecido, por outro, ainda há um grande desafio: conquistar um público leitor maior. Além das escolas e universidades, cumprem parte desse papel as Feiras do Livro e eventos literários, como a Festa Literária de Paraty, no Rio de Janeiro; a Jornada Literária de Passo Fundo e a Feira do Livro de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul; a Bienal do Livro e a Balada Literária, ambas em São Paulo. São eventos que aproximam leitores e autores em palestras e sessões de autógrafos.

Não menos importantes são as feiras no exterior, que contribuem para a internacionalização dos autores brasileiros e também como cenário comercial para as editoras nacionais. “Para nós, mais do que uma oportunidade de realizar negócios, a participação em feiras importa como momento intenso de relacionamento com parceiros e de abertura de projetos para o futuro. O interesse pela literatura brasileira, em especial contemporânea, vem crescendo”, relata Florencia Ferraria.

As feiras também são importantes para os editores que buscam autores de outros países para tradução. A editora Cosac Naify, por exemplo, tem 32 obras traduzidas do alemão para o português, enquanto a Editora 34 já contabiliza 30 obras cujo original é alemão. “Em virtude da Temporada Alemanha – Brasil 2013/2014, temos mais cerca de seis títulos previstos para breve. O programa de apoio à tradução e as parcerias com o Instituto Goethe, de modo geral, são um grande incentivo para a realização de um projeto como esse”, afirma Piquet. Com a participação do Brasil como país convidado da Feira do Livro de Frankfurt em 2013, esse diálogo entre os mercados editoriais tende a crescer, ampliando o número de traduções e aquecendo o mercado de ambos os países.

Matéria original: Camila Gonzatto – Goethe Institut – 06/07/13
Camila Gonzatto é roteirista e diretora de cinema e TV e cursa doutorado em Teoria da Literatura na PUC-RS.

Ciranda da Solidão

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Mário César de Oliveira, autor da série EntreQuadros, está com um projeto de uma HQ dentro desta série, de temática LGBT, Ciranda da Solidão. O livro trata de problemas de relacionamento, envolvendo personagens de várias faixas etárias e procurando fugir aos estereótipos.

Segundo o autor: “O meu novo projeto é justamente uma nova edição de EntreQuadros que se chamará Ciranda da Solidão. Será meu primeiro trabalho com temática LGBT e será composto por cinco histórias sobre como lidamos com os relacionamentos amorosos ao longo da vida. Cada história é protagonizada por personagens de diferentes faixas etárias abordando desde a descoberta da sexualidade e as inseguranças na adolescência, até o amadurecimento e dificuldades da vida adulta e da velhice.”

O livro está na plataforma Catarse aguardando apoiadores.

O primeiro capítulo, na íntegra pode se visto aqui.

Dez motivos pelos quais você deveria ler todos os dias

Muitos estudantes, cujo primeiro contato com a leitura foi um livro chato, obrigado pelo programa de ensino, reclamam da obrigatoriedade da leitura. Pensando nestes insatisfeitos, o site Universia Brasil, voltado à troca de informações entre estudantes universitários, elenca os dez motivos pelos quais devemos ler todos os dias, segundo especialistas.

Eis a lista:
1. Estímulo mental

Se vamos à academia para “malhar” o corpo, que tal ir a uma biblioteca pra exercitar o cérebro? Ele também  necessita treinamento para se manter forte e saudável e a leitura é uma ótima maneira de estimular a mente e mantê-la ativa.

2. Redução do estresse

Nosso ancestrais vivam em ambientes hostis onde tinha que caçar ou evitar de ser caça e as duas únicas estratégias eram atacar ou fugir. Os nossos problemas do dia a dia, embora forcem nosso corpo a se preparar para um resposta desse tipo, raramente podem ser resolvidos com atacar ou fugir (o que lhe aconteceria se você pulasse no pescoço do seu chefe?). Livros de fantasia inserem você em uma nova história diferente da sua, e isso faz com que os níveis de estresse que você viveu no dia sejam diminuídos radicalmente. Uma história bem escrita pode transportá-lo para uma nova realidade, o que vai distraí-lo dos problemas do momento.

3. Aumento do conhecimento

Ao ler um livro, as informações nele contidas são armazenadas pelo seu cérebro e arquivadas. Mesmo que elas não sejam de uso imediato, em algum momento elas poderão ajudá-lo, como em uma entrevista de emprego.

4. Expansão de vocabulário

Mesmo que você não vá ao dicionário a cada nova palavra que você tropeça num texto, o seu cérebro é capaz de contextualizar e apreender o significado de uma nova palavra. Quem lê muito normalmente tem um vocabulário maior do quem lê pouco.

5. Desenvolvimento da memória

Para avançar na leitura de um livro, você tem que lembrar dos personagens, do contexto onde estão inseridos e do enredo. Com certeza, isso é um exercício excelente para sua memória.

6. Habilidade de pensamento crítico

Se você lê livros policiais já deve ter percebido que após algum tempo você se torna capaz de desvendar o mistério antes do fim do livro. Isso demonstra a habilidade de estabelecer conexões, que pode ser obtida por meio da leitura. E não está só restrita  a livros de mistério. Você pode ler sobre a economia da Grécia antiga e ter alguma ideia para melhorar seu orçamento doméstico. O sobre a organização de navios piratas e descobrir uma forma de motivar seus funcionários (que não seja fazê-los andar pela prancha…)

7. Aumento de foco e concentração

Num mundo onde sua atenção é solicitada a se desviar a cada segundo (inclusive pelas suas opções de lazer), colocar o foco em um assunto só é um verdadeiro desafio. Livros interessantes e com histórias envolventes podem fazê-lo se desligar do mundo ao redor, direcionando sua atenção inteiramente para o que acontece na trama. Embora você não perceba, esse tipo de exercício o ajuda a se concentrar em outras ocasiões, como quando precisa finalizar um projeto urgente.

8. Habilidades de escrita

Quem lê normalmente tem uma escrita melhor, não só pelo aumento do vocabulário, como com frases melhor construídas e textos mais coerentes.

9. Tranquilidade

Se reduzimos o nosso estresse ao ler, os livros são uma ótima maneira de  alcançar paz interior e até melhorar seu humor.

10. Entretenimento a baixo custo

Um dos lugaras comuns sobre o livros é que eles nos fazem viajar. Aí está uma viagem de baixo custo! Com um livro somos levados a outra galáxia sem sair de casa.

Empreendendo na Internet antes dos 18: entrevista com João Motta

Seiiti Arata, da Arata Academy, entrevista um empresário de sucesso de apenas 17 anos, João Motta. O rapaz nos conta sua trajetória e desmistifica o estereótipo de gênio, de “dinheiro fácil e rápido na internet”, mas também nos mostra que é possível chegar lá e se propõe a dar algumas dicas importantes.

Produtividade Ninja – O que será que atrapalha nossa produtividade?

Você nunca teve a sensação de que “seu dia não rendeu”?

Apesar de ter feito o máximo possível, ficado cansado e ao olhar o resultado de todo seu esforço e você tem a sensação que ele foi vão.

Problemas deste tipo são podem ocorrer com todos nós, principalmente com quem trabalha como freelancer e depende diretamente do resultado de suas ações. E com todos aqueles que buscam resultados específicos, independentemente da ocupação da pessoa (do chão de fábrica ao topo da pirâmide) e até de um hobby (coisa que fazemos com paixão e que deveria em tese não ter problemas com produtividade).

Pensando nestes dias e outros motivos pelos quais não redemos quanto desejamos, Seiiti Arata, da Arata Academy, desenhou o curso Produtividade Ninja.

Neste curso são discutidas várias técnicas auxiliares no processo de aumento de produtividade, por exemplo, a Hora da Culpa, ou uma visão diferente do controle do que temos que fazer  no tempo que dispomos (que não é ensinada nos curso tradicionais de gerenciamento de tempo).

A Hora da Culpa

Um dos pontos que estão dentro desta nova visão é o estudo das causas da procrastinação, uma visão ninja do antigo ditado “Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje”.

Produtividade Ninja, um curso que vale a pena.

Para saber mais, clique aqui.

Este artigo faz referências a produtos da Arata Academy dos quais o autor é afiliado

Bate papo sobre Literatura Nacional

Evento na Livraria Martins fontes

A colega Larissa Sposito, do blog Abra as portas da Imaginação, num lance de ousadia e competência, organizouu o evento Bate Papo sobre Literatura Nacional.

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